A ideia desse blog era montar um blog de...Ideias!
Então, eu declaro a sessão de poemas abertos inaugurada.
Desde o inicio, a ideia foi fazer deste blog um lugar aonde as pessoas pudessem enviar suas ideias em
forma de poemas ou musicas, sem ter que necessariamente saber escrever ou compor.
Sem qualquer regra.
Caso queiram ter seus poemas ou ideias publicadas aqui, basta mandar um e-mail para: pensamentomoderno1@hotmail.com
Para discussões existe a sessão de comentários e caso queiram mandar um e-mail pessoal, mandem para metal_slayer2009@hotmail.com
Faça o que achar melhor.
Não é necessário um conhecimento enciclopédico ou algo do gênero, já existem bons sites especializados nisso.
Se inspire em um dos contos anteriores se quiser.
E seja criativo.
Vale qualquer assunto.
QUALQUER mesmo.
sábado, 26 de maio de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Anorexia
Esta é uma narrativa experimental, se não gosta do estilo do post, por favor, pule.
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Não achava que tomaria proporções tao graves.
Desculpe,
Desculpe,
Desculpe!
Eu não queria te-la ferido assim.
Mais as coisas são como são, o que está feito, está feito.
Aquelas feridas...todas aquelas feridas abertas.
Eu...eu realmente não queria.
Eu não conseguia dormir há muito tempo.
Aquela imagem ficava na minha cabeça.
Refletida no meu sonho, fixada na minha mente,
Pesadelo real do meu sonho.
Sonho real que virou pesadelo.
Uma hora ou outra ELA viria me buscar.
Por causa dos meus pecados.
''Não pode ser.
Eu não estou gorda.
Eu..eu preciso emagrecer.
Preciso, quem...
...Quem vai me amar gorda?
Preciso emagrecer.
Preciso ser amada.
Preciso que me amem.
Preciso que me amem!''
Era como pensava. Pensava no início de seu fim.
Na ruína de sua vida
Na sua juventude perdida
Na sua vida ferida.
E na ferida de sua vida.
''Ela não comia nada.
Ela nem sequer botava uma bolacha na boca.
Nada.
Com o tempo ela se queixava de dor.
Também, estava tão magra.
Eu lutei, como lutei por ela.
Não existe nenhum coração ferido, como o de uma mãe.
Mais agora é tarde para lutar.
Ela se foi.
Ela se foi.
Ela se foi.''
Preciso ir agora...por todos que machuquei
E-eu, me desculpem!
Eu não quis, agora eu vou...
...O corpo doí, a alma doí.
O terror que se espelha na minha memória
A dor que constituí minha história,
A cruz pesada que eu levo.
O fardo doentio que carrego.
O fardo do nunca mais.
Poderia se evitado.
Ela nunca sentiu tanta dor.
Ela nunca vomitou tanto sangue.
Ela nunca voltou para pedir ajuda.
E agora nunca mais poderá voltar.
Esse desfecho escuro é minha sina.
A imagem escura da morte , agora me ilumina.
Atras de mim se encontra meu destino
Eu posso ouvir, suave, o sino.
E ele diz, bem baixinho: preciso ser amada...preciso ser amada...Preciso Ser Amada!
...
AAAH!!
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As palavras tem poder, poderes que você sequer imagina, pois caso soubesse não as conjuraria.
Tome cuidado com o que você diz.
Nunca se sabe se quem você esta ferindo pode ferir você.
Dinheiro.
O dinheiro pode nos dar conforto e segurança, mas ele não
compra uma vida feliz.
O dinheiro compra a cama, mas não o descanso.
Compra bajuladores, mas não amigos.
Compra presentes para uma mulher, mas não o seu amor.
Compra presentes para uma mulher, mas não o seu amor.
Compra o bilhete da festa, mas não a alegria.
Paga a mensalidade da escola, mas não produz a arte de
pensar.
Você precisa conquistar aquilo que o dinheiro não compra.
Caso contrário, será um miserável, ainda que seja um
milionário
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Ódio
Ódio...
Ninguém mais poderia sentir.
Eu sentia, eu pensava...Por Deus, eu sabia que era errado...
Mais eu gostava.
Quando se tem ódio, não se tem nada a perder.
Apenas faça o que lhe proporciona prazer.
E deixe-se queimar.
Mesmo se tiver que matar.
Mesmo que tenha que passar por abismos e ver demônios.
Pois abandonar essa ideia é como já estar morto.
Quando se tem ódio, não se tem nada a perder.
Apenas faça o que lhe proporciona prazer.
E deixe-se queimar.
Mesmo se tiver que matar.
Mesmo que tenha que passar por abismos e ver demônios.
Pois abandonar essa ideia é como já estar morto.
Eu tinha que abrasar essa flor.
Eu tinha que enfrentar esse demônio.
Eu tinha que me confrontar.
Mais eu não conseguia derrotar esse sentimento primordial.
Então eu mudei. Eu pedi por mudanças.
Eu quis. O ódio que eu sentia era algo forte, que eu nunca havia sentido por ninguém
Nada nunca me fez sentir tão vivo.
Eu não podia abandonar isso. Mesmo que eu perdesse tudo...
Ninguém mais poderia sentir.
Não como eu sentia.
Ninguém seria capaz.
Essa podridão esdrúxula que se esconde em toda sombra,
em toda a consciência, de todos os seres.
Na consciência de quem a mantem enterrada.
Você pode achar que elá esta morta por estar presa.
Mais ela está em você.
O ódio queima e consome tudo como o fogo.
O ódio é o que você não pode falar e o que você não deve sentir.
O ódio é você, somos nós.
Isso é ódio.
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Conto - Ultimo suspiro.
Eu adoro ver o sol entrando pelas janelas
das casas da minha vizinhança de manhã.
O mesmo sol amarelo e quente que tanto
me fez suar durante os dias de trabalho.
Eu adoro o sabor do café da manhã
que eu tomo todo santo dia.
O mesmo café enjoado, mal preparado e fraco
do solitário bar da esquina.
O mesmo papo diário insosso.
O mesmo caderno em que faço um esboço.
O mesmo trabalho que já levou o melhor de mim.
Mais dentre todas as coisas eu nunca esperei que
Você, fosse a coisa que mais me fizesse falta.
Eu adoro ver o esplendor da noite, a tristeza da chuva, a solidão do silencio, a quietitude do ódio
a felicidade dos felizes, a raiva dos doentes, o desespero do inicio e o inicio do fim.
Nessa hora eu daria tudo, tudo para ter
só mais um pouco, um pouco apenas, um momento,
poder ver aquele rosto pelo menos mais uma vez.
Em vão tentam me buscar, é tarde.
Eu penso quanto tempo mais tenho aqui.
Não muito, talvez eu nem mesmo esteja mais aqui.
Eu tenho medo, estou sem você.
Tudo que me restam são trevas.
Mais eu não posso, não devo e não vou voltar.
Pois agora é tarde demais.
Eu daria tudo.
Eu sentiria novamente o sol amarelo; tomaria o café enjoado; trabalharia o trabalho que de mim levou o melhor; veria o esplendor da noite; a tristeza da chuva; a solidão do silencio; a quietitude do ódio, a felicidade dos felizes...
...A tristeza dos incapazes
E o desespero...Ah, o desespero!
O desespero do início.
E o inicio do fim.
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Sem crédito, o poema desconcertado e mal arranjado é meu. Uma boa forma não faz um poema: sentimento faz.
das casas da minha vizinhança de manhã.
O mesmo sol amarelo e quente que tanto
me fez suar durante os dias de trabalho.
Eu adoro o sabor do café da manhã
que eu tomo todo santo dia.
O mesmo café enjoado, mal preparado e fraco
do solitário bar da esquina.
O mesmo papo diário insosso.
O mesmo caderno em que faço um esboço.
O mesmo trabalho que já levou o melhor de mim.
Mais dentre todas as coisas eu nunca esperei que
Você, fosse a coisa que mais me fizesse falta.
Eu adoro ver o esplendor da noite, a tristeza da chuva, a solidão do silencio, a quietitude do ódio
a felicidade dos felizes, a raiva dos doentes, o desespero do inicio e o inicio do fim.
Nessa hora eu daria tudo, tudo para ter
só mais um pouco, um pouco apenas, um momento,
poder ver aquele rosto pelo menos mais uma vez.
Em vão tentam me buscar, é tarde.
Eu penso quanto tempo mais tenho aqui.
Não muito, talvez eu nem mesmo esteja mais aqui.
Eu tenho medo, estou sem você.
Tudo que me restam são trevas.
Mais eu não posso, não devo e não vou voltar.
Pois agora é tarde demais.
Eu daria tudo.
Eu sentiria novamente o sol amarelo; tomaria o café enjoado; trabalharia o trabalho que de mim levou o melhor; veria o esplendor da noite; a tristeza da chuva; a solidão do silencio; a quietitude do ódio, a felicidade dos felizes...
...A tristeza dos incapazes
E o desespero...Ah, o desespero!
O desespero do início.
E o inicio do fim.
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Sem crédito, o poema desconcertado e mal arranjado é meu. Uma boa forma não faz um poema: sentimento faz.
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